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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Mudança climática pode deixar 17% dos pandas sem comida

Um estudo divulgado neste domingo na revista especializada Nature Climate Change indica que as mudanças do clima pelas quais passamos podem deixar os pandas-gigantes (Ailuropoda melanoleuca) de uma região isolada da China – e que constituem 17% (270 animais) da população selvagem da espécie – sem bambu, sua principal e praticamente única fonte de comida.

O panda é uma das espécies mais ameaçadas de extinção. Ele sofre, por exemplo, com o desmatamento e fragmentação de seu habitat. Além disso, a espécie tem uma falta de apetite sexual que dificulta a reprodução em cativeiro. Agora, o clima também pode ser um inimigo.

Segundo os cientistas, os estudos sobre aquecimento costumam negligenciar o sub-bosque (a vegetação que cresce abaixo da cobertura das árvores). Os pesquisadores decidiram estudar, então, o impacto do clima em três espécies de bambu das montanhas Qinling que constituem quase toda a dieta desses animais.

O artigo afirma que Qinling é, sem dúvida, o melhor habitat para a espécie atualmente e tem proteção do governo em toda a área onde vivem pandas. Contudo, a região é isolada geograficamente das outras populações desse animal.

O estudo foi composto de três passos. O primeiro usou dados já conhecidos para descobrir quais são as condições climáticas adequadas para a sobrevivência de cada uma das três espécies de bambu estudada. Depois, os pesquisadores usaram quatro projeções até o final do século feitas por outros estudos – todas indicam aumento de temperatura média, mas variam na previsão de mudanças de temperatura diurna e sazonal e sobre a precipitação. O último passo foi fazer projeções sobre o tamanho da cobertura do bambu a partir das previsões e levando em conta a possibilidade pequena ou alta de a vegetação conseguir se dispersar para outras áreas.

Em praticamente todas as projeções – com exceção de duas, que os cientistas chamaram de “otimistas” – a cobertura de bambu praticamente desapareceria da região até o final do século. Em alguns cenários, isso ocorreria já na metade do século.

Segundo o estudo, existe a possibilidade de espécies de bambu de terras mais baixas ocuparem a área daquelas que desapareceriam. Contudo, a maior parte dessas espécies não está na dieta do animal. Os cientistas afirmam são necessários novos estudos sobre a possibilidade de reflorestar a área com outros tipos de bambu que os pandas comam.

“Como um ícone global de conservação da biodiversidade, o panda-gigante tem atraído, sem paralelo, esforços de conservação e recursos para reduzir a perda e degradação de habitat. Contudo (…) a mudança climática pode se tornar uma ameaça adicional aos pandas-gigantes, assim como um desafio para sua conservação”, diz o artigo. 

Fonte: Portal Terra

Detentos do interior de São Paulo ajudam a recuperar a Mata Atlântica

Um convênio entre o Estado e a Funap, Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel de Amparo ao Preso, permite usar essa mão de obra para ajudar na recuperação da Mata Atlântica. A Fundação contribui para a recuperação social do preso, oferecendo estudo, qualificação, aprendizado profissional e oportunidade de trabalho remunerado.

Estar em regime semiaberto é a condição do detento para trabalhar neste projeto, chamado de Florestas inteligentes. Os selecionados passam por diversos cursos de profissionalização, o que beneficia a qualidade de vida do presidiário. “Esse trabalho abre a minha mente. A gente fica mais tranquilo e vai aprendendo coisas”, diz Elis Ribeiro da Silva.

Outro depoimento revela a importância e amplitude desse trabalho na vida dessas pessoas. “Esse tempo todo que eu estou preso aqui, aprendi muita coisa… é uma terapia para a gente. Tem muita coisa que mudou para melhor na minha vida. Cada três dias trabalhado reduz um dia, me ofereceram uma oportunidade, vou abraçar essa oportunidade” afirma Alescio Rodrigues.

O projeto Florestas inteligentes será apresentado na próxima edição do programa Repórter Eco, que entrevistou e acompanhou o trabalho dos presidiários Tremembé. O programa vai ao no próximo domingo (11/11), às 17h30, na TV Cultura.

Fonte: Mercado Ético

Previsões mais graves sobre o aquecimento global provavelmente são as mais corretas, afirma análise

Quando climatologistas estabelecem suas estimativas para o aquecimento global normalmente buscam abranger diversos cenários e, por isso, é comum ver um mesmo estudo trazer panoramas diferentes, uns mais otimistas, outros pessimistas.

Agora, uma análise realizada pelo Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas dos Estados Unidos (NCAR), publicada nesta semana na revista Science, afirma que, infelizmente, as previsões mais severas seriam as mais próximas da realidade.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores norte-americanos avaliaram o quão corretamente os modelos climáticos reproduzem a umidade relativa nos trópicos e subtrópicos.

Segundo o estudo, os modelos que mais perfeitamente capturaram os processos complexos que resultam na formação de nuvens, as quais possuem uma influência enorme nas mudanças climáticas, foram aqueles que preveem o maior aumento das temperaturas.

“Existe uma relação forte entre o quão bem os modelos climáticos simulam a umidade relativa e o quanto eles afirmam que as temperaturas vão subir devido às emissões de gases do efeito estufa. Considerando como o processo de formação de nuvens é importante para o clima, nossas descobertas indicam que o aquecimento global que podemos esperar é justamente aquele visto nos cenários mais graves projetados”, explicou John Fasullo, coautor do estudo que foi financiado pela NASA.

O alerta do NCAR soma-se a um recém-lançado relatório da consultoria PwC, que aponta um aquecimento de 6oC até o fim do século, bem acima dos 2oC que seriam o máximo recomendado por cientistas para evitar as piores consequências das mudanças climáticas.

Vale lembrar que faltam poucas semanas para a Conferência do Clima de Doha (COP18) e que seria ótimo se os negociadores levassem estas informações em conta para buscar acordos mais ambiciosos.

Fonte: Mercado Ético

Charlote e o vibrador

Ana Echevenguá

No sábado, fui ao cinema. Vi o filme Hysteria*. Imperdível! Bem feito, divertido, conscientizador...

Hysteria pode ser catalogado como uma comédia romântica. Mostra – de uma forma divertida – uma das soluções para a dificuldade que, em 1880, experimentávamos quando o assunto era prazer sexual. O desejo sexual era doença. Pensar ‘certos pensamentos’ era problema de saúde. Se o tratamento no consultório médico não surtisse efeito, poderia ocorrer a histerectomia (retirada do útero).

E a história da invenção do vibrador é incrementada com a presença marcante de Charlotte, interpretada por Maggie Gyllenhaal. Ela é a mulher do século XXI trancafiada no século XXIX. Lutando por direitos que parecem absurdos aos olhos dos seus contemporâneos. E, que, hoje, nos parecem banais: água e sabão como medicina preventiva, votar, ter orgasmo com o parceiro, ...

Charlotte é abnegada, caridosa e tem uma forte atuação socioambiental. Preocupa-se com a saúde e educação dos menos abastados. Sua ‘ong’ enfrenta os mesmos problemas que as deste século: falta de verba e de recursos humanos, falta de apoio do Estado e da sociedade, ... Mesmo assim, ela não desiste porque entende que a sua causa é justa.

Além disso, Charlotte prega que a nossa satisfação sexual pode ser obtida com a paciência, colaboração e afeto do ser amado.

Naquele escurinho do cinema, lembrei das várias ‘Charlottes’ da minha vida. Mulheres exemplares com as quais tive e/ou tenho o privilégio de conviver... que lutaram para que pudéssemos usufruir de um mundo melhor; que lutam pela sobrevivência cotidiana, por direitos que lhe são negados, por uma vida digna e ética...

Saí do cinema feliz. Com a certeza de que somos seres vibrantes, dotados de uma capacidade infinda de amar e de lutar pelos nossos ideais.

Olhe pra dentro de si e veja a sua Charlotte. Se ela estiver adormecida, desperte-a. Seja generosa, ame muito, e ajude às demais mulheres a entender o seu verdadeiro papel na sociedade...




Ana Candida Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, presidente da Academia Livre das Águas, email: ana@ecoeacao.com.br, website: http://ecoeacao2012.blogspot.com.br/

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Tecnologias sociais levam água potável à população carente

Fundação Banco do Brasil em parceria com a entidade Articulação do Semiárido e a ONG Verdejar inauguram cisternas também no Complexo do Alemão e melhoram qualidade de vida da comunidade

Graças ao poder das tecnologias sociais que unem soluções simples e de baixo custo, desenvolvidas com o envolvimento da comunidade, regiões carentes pelo Brasil afora já recebem água potável. O sistema de cisternas criado na própria região consiste na construção de reservatório de água, instalados ao lado da casa das famílias.
Durante o governo Lula mais de 400 mil cisternas foram instaladas e a meta é que esse número chegue a 800 mil com a presidente Dilma. A fim de contribuir com o aumento do número de cisternas, a Fundação Banco do Brasil e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome selaram o compromisso de construir mais 60 mil pelo Brasil.
Em parceria com a entidade Articulação do Semiárido – ASA – e a ONG Verdejar, foram construídas várias dessas cisternas em comunidades do sertão brasileiro. Durante a Rio +20 foi inaugurada também uma cisterna na comunidade Sérgio Silva, no Complexo do Alemão.
Desenvolvida por meio de placas de cimento em formato cilíndrico, as cisternas armazenam a água de chuvas que escorrem de calhas do telhado por meio de um cano. Elas suportam em média, 16 mil litros de água, suprindo a necessidade de uma família de 5 a 6 pessoas.
A tecnologia, relativamente simples, representa uma solução de acesso à água para a população de baixa renda brasileira, além de melhorar a qualidade da água consumida. O sistema reduz também o aparecimento de doenças em crianças e adultos.
Essa é mais uma prova do poder das tecnologias sociais que diferentes das convencionais envolvem a comunidade e criam soluções como a geração de renda e segurança alimentar. Se você é professor e tem ideia diferenciada nesse setor, pode se inscrever no 3° Concurso Aprender e Ensinar.
O concurso
Em 2012 serão premiados seis professores – um de cada região do Brasil (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte) de nível fundamental e médio, e um de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. Serão também selecionados 64 finalistas, que irão a Brasília participar do Seminário Tecnologia Social na Educação, nos dias 22 a 23 de fevereiro.
Os finalistas ainda receberão um tablet, um troféu e terão seus trabalhos divulgados por todo Brasil. Todos os professores que se inscreverem no concurso ganharão uma assinatura da Revista Fórum até abril de 2013, um exemplar do livro sobre Geração de Trabalho e Renda, e passarão a integrar a rede de educadores.
As inscrições vão até o dia 26 de novembro.
Mais informações e inscrições: www.aprenderensinarts.com.br

Fonte: EcoDebate

Baixa coleta limita escala industrial na produção de biodiesel com óleo residual de fritura

Produção evita que resíduos cheguem ao meio ambiente, mas requer mudanças para aproveitar mais o óleo

A utilização de óleos residuais de fritura no Brasil em escala industrial na produção de biodiesel ainda é limitada pela pequena escala de coleta e armazenamento do óleo descartado, como mostra uma pesquisa do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP. O estudo desenvolvido pelo economista Carlos Augusto Valente de Arruda Botelho mostra que a produção evita que os resíduos poluam o meio ambiente. No entanto, o pesquisador aponta que são necessárias mudanças no processo de produção do biocombustível para viabilizar e ampliar o aproveitamento do óleo.
Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de janeiro a agosto de 2012, cerca de 0,6% do biodiesel produzido no Brasil foi proveniente de óleos residuais, volume que equivale a aproximadamente 10,2 milhões de litros de combustível. “Os óleos residuais provenientes de processos de fritura são rejeitos produzidos diariamente nos grandes centros urbanos, tanto em estabelecimentos comerciais (como bares, padarias, restaurantes, hotéis, shoppings, redes de fast-food, etc) como também nas residências”, diz Arruda Botelho.
A pesquisa foi orientada pela professora Suani Teixeira Coelho, do IEE, e teve apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O processo de produção convencionalmente adotado para a produção de biodiesel utiliza catalisadores alcalinos, o que exige que os óleos ou gorduras utilizados tenham baixos níveis de acidez. “Caso contrário, haverá a formação excessiva de sabões, prejudicando o rendimento e até mesmo a viabilidade do processo”, conta o pesquisador.
Durante o processo de fritura, os óleos e gorduras sofrem um processo de degradação que eleva o seu nível de acidez e, dependendo do estado de degradação em que se encontra o óleo residual, ele pode se tornar inadequado para a produção de biodiesel por intermédio do processo convencional. “Nesses casos, o óleo residual deve ser submetido a uma etapa de pré-tratamento para reduzir o seu nível de acidez, e depois, pode ser submetido ao processo convencional de produção de biodiesel”, observa Arruda Botelho.
De acordo com o economista, existem catalisadores e processos alternativos capazes de converter óleos e gorduras com elevado nível de acidez em biodiesel, entretanto, eles ainda são pouco utilizados em escala industrial. “Há também a opção de adicionar pequenas quantidades de óleos residuais aos óleos virgens utilizados pelas usinas, de modo que a qualidade final do óleo como um todo não seja comprometida para o uso no processo convencional”, acrescenta.
Matéria-prima
Arruda Botelho conta que os óleos residuais de fritura constituem uma matéria-prima muito heterogênea, e podem conter uma série de compostos químicos resultantes da degradação do óleo e uma série de contaminantes que podem comprometer a viabilidade do processo de produção e a qualidade do biodiesel produzido. ”Por exemplo, existem estabelecimentos utilizam óleo para fritar apenas alguns tipos de alimentos e que monitoram rigorosamente a qualidade do óleo utilizado, descartando-o quando o mesmo começa a demonstrar sinais de degradação. O óleo residual proveniente desses estabelecimentos é de boa qualidade para a produção de biodiesel”, ressalta.
“Por outro lado, também existem estabelecimentos que utilizam óleo para fritar os mais diversos tipos de alimentos, e que reutilizam o mesmo óleo por diversas vezes sem monitorar o seu estado de degradação”, afirma o pesquisador. “O resultado pode ser um óleo residual com elevado nível de degradação e com uma série de contaminantes que podem comprometer a qualidade do biodiesel”.
No Brasil, é crescente o número de iniciativas voltadas à coleta e ao aproveitamento dos óleos como insumo para a produção de biodiesel, destaca Arruda Botelho. “A coleta geralmente é feita por meio de empresas e cooperativas especializadas, que coletam o óleo descartado em pontos de maior concentração (como restaurantes, redes de fast-food e estabelecimentos comerciais em geral) e também em pontos de entrega voluntária, nos quais os cidadãos descartam o óleo consumido em suas residências”, conta. “O óleo passa por um processo de triagem e de remoção de resíduos, e depois, é vendido para as usinas produtoras de biodiesel”.
O economista ressalta que apesar das iniciativas crescentes que estão surgindo no Brasil e dos resultados favoráveis, a viabilização da produção de biodiesel a partir de óleos residuais de fritura em escala industrial requer uma escala muito maior de coleta desse material. “Isso exige maior coordenação e tecnificação das atividades relacionadas à logística de coleta e armazenamento dos óleos descartados, que ainda é muito incipiente no País”, observa.
Mais informações: email kavabusp@gmail.com, com Carlos Augusto Valente de Arruda Botelho

Fonte: EcoDebate

Limpeza de locais de águas subterrâneas contaminadas pode exigir décadas

Pelo menos 126 mil locais nos EUA tem as reservas de águas subterrâneas contaminadas e requerem remediação, sendo que cerca de 10 % destes locais são considerados “complexos”, ou seja, cuja restauração é improvável de ser alcançada nas próximas décadas, devido a limitações tecnológicas. Esta conclusão consta de um novo relatório [Alternatives for Managing the Nation's Complex Contaminated Groundwater Sites] da National Academy of Sciences. O relatório acrescenta que o custo estimado da limpeza completa nesses locais varia de 110 a 127 bilhões de dólares, mas os números, tanto quanto ao número de locais como de custos estão provavelmente subestimados.
Vários programas nacionais e estaduais de remediação foram desenvolvidos ao longo das últimas três décadas, visando mitigar os impactos negativos na saúde humana e reduzir os riscos ecológicos causados pela contaminação subterrânea.
O Departamento de Defesa dos EUA já gastou cerca de US $ 30 bilhões em remediação de resíduos perigosos para resolver heranças passadas de suas operações industriais. No entanto, estes locais representam cerca de 3,4 % do total dos locais que requerem remediação, mas muitos deles apresentam os maiores desafios técnicos para a restauração e com custos muito mais elevados
“A completa remoção de contaminantes da água subterrânea, possivelmente em milhares de locais nos EUA é improvável, e, ao que tudo indica, não existem inovações tecnológicas, em um horizonte de tempo próximo, que poderiam superar os desafios do restabelecimento das águas subterrâneas contaminadas para padrões de água potável”, disse Michael Kavanaugh, um dos pesquisadores envolvidos no relatório.
“O tema central deste relatório é a forma como a nação deve lidar com os locais onde a contaminação residual permanece acima dos níveis necessários para conseguir a restauração”, afirmou Kavanaugh.
O comitê disse que, se um remédio em um local chega a um ponto onde os gastos contínuos trazem pouca ou nenhuma redução de risco antes de atingir os padrões de água potável, uma reavaliação da estratégia para a limpeza do local, chamada de avaliação de transição, deve ocorrer. O comitê concluiu que economia de custos são esperados com a implementação oportuna do processo de avaliação de transição, mas o financiamento ainda será necessário para manter a gestão em longo prazo nesses locais complexos.
O relatório deve servir de alerta porque a situação no Brasil não deve ser muito melhor e sequer desenvolvemos um mapeamento das áreas em que as reservas de águas subterrâneas estão contaminadas, quanto mais o planejamento integrado de remediação.
No nosso caso, tal como nos EUA, acumulamos décadas de contaminação por rejeitos industriais e agrícolas, mas também acumulamos décadas de contaminação por poluentes orgânicos, em especial pelo esgoto despejado in natura.
O relatório, sobre os EUA, indica que, em um horizonte de tempo próximo, não surgirão novas tecnologias que permitam resolver a contaminação em menos tempo e com menor custos.
No nosso caso, sequer chegamos à necessária vontade política de identificar o problema, quanto mais resolve-lo.
Da redação do EcoDebate, com informações de Jennifer Walsh, da National Academy of Sciences.

Fonte: EcoDebate

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